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    22Aug

    Hello! Dj K.I.T.T.Y. !

    1393 visualizações e 1 comentário(s) escrito há 1 ano atrás
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    1 • A Dj K.I.T.T.Y é uma das mais marcantes presenças em line ups brasileiros. Levando toda uma onda melódica em seus sets, faz do morning seu estilo no psychedélic trance uma viajem marcante. Poderia nos dizer como chegou nesta experiência no comando das pistas?
    • Toco a 4 anos e já tive vários momentos nas pistas, realmente quando comecei a tocar a melodia nas músicas me encantava, fui aprendendo com o tempo a usar isso nos sets. Gosto de criar uma atmosfera emocional no dance floor, mas não fico muito presa a isso não, até mesmo por que cada hora toco num lugar e em horários diferentes... hj em dia variam muito meus sets, atualmente toco mais o full on europeu que tem uma linha  mais séria com elementos que julgo mais atuais.

       
    2 • Hoje você faz parte da Trade Sound, uma das maiores agências de djs. Podemos dizer que você é a única presença feminina no meios dos grandes artistas que ela possui. Como você se sente hoje profissionalmente e com estes grandes nomes ao seu lado?
    • O convite para entrar para o casting da Trade veio no momento ideal... Fazia parte da gravadora Utopia Rec de Israel e comecei a ver que o som da gravadora não estava me agradando mais, que não adiantava eu estar levando o nome de uma gravadora em que já não tocava uma track sequer... precisava dar um passo maior... a Trade veio para batizar esta minha nova fase, estou muito feliz de estar numa das agências mais serias e profissionais do país, foi um presentão, sempre lutei para isso acontecer, sempre levei tudo muito a sério e estar no meio destes grandes nomes, acho que eh o resultado de um bom trabalho.

       
    3 • Ainda sobre a Trade Sound, você possui planos para um live? Sabemos que você possui muita admiracão pelo projeto Dali que é um live feminino e talvez a participação mais forte destes outros grandes nomes te impulsione a ter um projeto como o desta grande artista ou hoje este não é exatamente seu foco de trabalho?

    • Sobre a Dali, admiro ela sim, pelo fato de ela ser a única mulher a fazer parte do casting da Homega Rec, eu sei muito bem o que eh isso e o quanto chegar lá e estar no meio de tantos grandes eh difícil, e também o fato dela ser uma das poucas mulheres a ter um live e fazer sucesso por todo o mundo... ela tem meu total respeito e admiração ...em termos musicais o estilo de som que ela toca não me agrada muito, eh o tipo de música que não toco, mas isso eh um gosto bem pessoal.....

    Hj em dia estou bem só tocando, gosto de fazer DJ set, acho legal eu ter a chance de poder variar e de decidir o set que quero tocar na hora, de acordo com a pista e o evento, isso eh o que mais me encanta. Hj em dia abro meu case e tenho de tudo um pouco, tenho a chance de variar os sets as vezes com uma linha mais Groove, ou talvez uma mais Psychodelica ou uma linha mais Comercial ou mais Séria, enfim, gosto desta graça de brincar com os estilos... o live não te dá esta chance.

    Enjôo muito rápido das músicas e talvez não acharia legal fazer live, às vezes toco a musica 3 vezes e já não quero mais tocar, quero coisas novas, sou bem assim... rsrs. Acho que a graça toda de produzir eh vc expor suas idéias e viagens, mas o fato de eu ter que ouvir mais de 100 vezes os mesmos samplers pra produzir não me agrada... mas quem sabe um dia  né? Continuo numa evolução musical natural, ainda não acho que eh a hora, por enquanto dou palpites nas tracks de amigos produtores e já ate fiz parceria numa produção com o Ananda Shake, mas por enquanto eh só.... também tem o lance de além de estar sempre viajando pra tocar, ainda tenho que me preocupar em produzir o evento Electrance, e isso me toma muito tempo, acho que para produzir música vc tem que ter uma dedicação extrema para sair coisa boa e eu não estou com muito tempo para isso atualmente... mas quem sabe um dia isso muda.

       
    4 • Quando falamos sobre a Festa Electrance de São Paulo, logo lembramos de seu nome levando sua mensagem a cada edição. Qual é sua relação de amor com a festa e qual seu maior desejo para ela?

    • Oba!! Chegamos na Electrance, pois eh eu tenho um caso de amor com a Electrance, começamos e estamos crescendo juntas... sou residente do projeto desde o inicio, à 4 anos atrás, sempre acreditei no projeto e carreguei o nome..... Quando fui convidada a ser residente a Electrance era um projeto indoor de quarta feira no qual não davam mais de 150 pessoas por noite... hj  em dia com muito trabalho estamos comemorando 3 anos de vida desde que começamos a fazer as open airs, hj faço parte do núcleo como DJ residente e sócia... Isso me dá muito orgulho, pois  estamos conseguindo escrever nossa história, a história de um projeto em que teve um início de degrau a degrau , com muito amor, trabalho, seriedade, profissionalismo e respeito e esperamos levar uma mensagem bacana para nosso público... o que vier depois disso será bem-vindo.

    5 • Para completar mais sobre a Electrance, qual o papel social dela na cultura psicodélica e cultura eletronica geral e o que ela faz hoje para minimizar o impacto negativo que outros projetos trazem para a cena como por exemplo o uso explosivo de drogas de forma inconsciente?
    • Nós acreditamos que o maior papel social na Electrance eh criar todas as condições em dar para o nosso público o máximo de conforto e segurança em TODOS os sentidos, até mesmo o do problema das drogas. Também arrecadamos alimentos e doações para obras assistenciais da cidade de Suzano.

    Trabalhamos em parceria com a policia militar, realizamos todas as revistas necessárias para a entrada no evento  sempre acompanhada por policiais , não permitimos a entrada de menores, fazemos nossa parte , acreditamos que quem tem que cuidar de usuários de drogas e traficantes eh a policia , acredito que a presença deles nos eventos eh a melhor maneira de educar as pessoas.e conter o uso de drogas seje ele inconciente ou não...colocar faixas dizendo Não use drogas não adianta nada.

    A partir disso tudo feito as pessoas podem  desfrutar de toda cultura eletrônica em que  colocamos  no evento ...Neste lado procuramos sempre dar espaco em nosso line para o que há de mais atual rolando na cena eletrônica como um todo.... a Electrance eh um evento de MUSICA eletrônica

       
    6 • Temos visto você em algumas festas levando às pistas um segundo estilo que é o minimal e suas variações. O que te encanta nesta vertente e o que você tem adquirido de experiência de pista já que é um som bem menos explosivo que o psychedelic trance?
    • Entao, tive uma afinidade com este esilo, mas não o minimal, gosto mesmo eh de tocar o minimal Techno, que eh uma variação e eh bem  diferente, o minimal techno apesar do low bpm, eh explosivo também... claro que não da mesma forma que o full on... são estilos diferentes...... To adorando tocar minimal tech mas psychodelic eh minha grande paixão, isso eu tenho certeza absoluta, não vou parar de tocar jamais, mas estou me divertindo em tocar este outro estilo.... acho muito atual e gosto sempre de estar antenada com as novidades, além de me dar prazer de tocar. Quero tocar este estilo mais em clubs, mas já tem gente querendo que eu toque em open airs, estou tentando usar um criterio, junto a agência... pois não quero que isso interfira no meu trabalho de full on.

      
    7 • Daqui para frente... quais os novos sonhos e projetos?
    • Gosto muito de viver o presente, nunca tive grandes sonhos, acho que onde estou e o que tenho já tá bem legal, tenho uma familia maravilhosa que me apoia, um marido companheiro, uma filha linda, um lar em paz, minha vida eh bem tranqüila, só tenho de agradecer à Deus e pedir saúde para seguir em frente, gosto de viver um dia após o outro, devagar, e com inteligência aproveitar as oportunidades que vão surgindo.... Projetos?? ... atualmente se chama ELECTRANCE... se Deus quizer vamos continuar crescendo juntos.

       
    8 •  Gostaria de agradecer e enorme apoio com sua entrevista, levando informacão e cultura por aqui no blog flor e gostaria de mudar a ordem das coisas aqui! Poderia fazer você uma pergunta para o público? Deixaremos aqui a pergunta para um pequeno fórum no blog!
    • Gostaria de sabe de cada um.... qual a vertente da música eletrônica (Psy, Electro, House, Progressive, Minimal)  que atualmente vcs mais curtem ouvir e por que? ... sem responder o por quê não vale. rsrs

    Vídeos!!!!

    http://www.youtube.com/watch?v=mPgnYVPBO38&feature=related

    http://www.youtube.com/watch?v=SIfu__qecDk&feature=related

    ps.: Eu e Kitty "a long long time ago!"






    Tags: djrosaventura


    Comentários (1)
    09Aug

    BOOM RESPECT!

    1359 visualizações e 2 comentário(s) escrito há 2 anos atrás
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    Salveeee! No próximo 18 de Outubro, estarei me apresentando na RESPECT! A festa é massa demais e gostaria muito de vê-los por lá neste mega movimento de arte, cultura e respeito ao universo e ao próximo!
    Conversei um pouco com o grupo da RESPECT e quero dividir agora tudo com vocês! Vamos aproveitar aqui como um mini fórum!!!! Paz e luz!

    For Your Information NOw!!!





    INTERVIEW RESPECT

    1• Gostariamos de conhecer um pouco da história dos fundadores do núcleo e quais as motivacões que levaram ao início do núcleo projeto Respect?


    A Respect é idealizada pelo núcleo Emusic Brasil, mais precisamente foi uma idéia conjunta, entre eu (Ricardo), o Eduardo e o Murilo. Estamos praticamente a 10 anos na cena e vimos muita coisa que aconteceu nesse tempo, foi essa visão privilegiada e as amizades com artistas que viabilizou o início do projeto.

    A Respect nasceu da insatisfação com a cena. Em conversas, sempre comentavamos que o capitalismo tinha engolido o movimento, ou são grandes festas que não exprimem nenhum sentimento ou festas pequenas sem qualidade alguma. Não dava mais vontade de frequentar as festas, eram só os festivais que nos salvavam e esperar um festival é difícil porque eles acontecem poucas vezes ao ano. Entre um bate papo e outro decidimos criar nosso próprio mini festival, que é a vontade de ver as coisas sendo como devem ser, sem intermediários.


    2• Hoje qual é o principal foco do Projeto Respect na cena psicodélica e qual o papel de cooperação dele hoje na sociedade?

    A Respect da muito valor para todo tipo de arte alternativa, não distinguimos muito entre o que é bom ou ruim, mesmo porque a arte não precisa seguir padrões ou agradar todo mundo, ela simplesmente deve ser praticada e passada para frente. Nosso interesse é dar vazão e fomentar esses tipos de arte, que muitas vezes esta excluída,   já que a arte virou um tipo de negócio e a sociedade costuma dar valor para arte pop. Queremos dar visão para essas pessoas, além de propiciar ao público coisas novas e bem diferente do convencional. A nossa intenção é ter mais artistas e fazer com que o público sinta-se atraído por esse mundo, chegando muitas vezes a entrar nele. Quando essa sensação é alcançada e ocorre uma mudança de comportamento, ficamos satisfeitos. A Respect perante a sociedade é um projeto de arte educação, e esse é um assunto extenso, quem quiser pesquisar eu dou uma dica saber mais sobre Viola Spolin,   sem dúvidas ela é bacharel no assunto.


    3• Como vocês definem a evolução rápida do Projeto. Quais as principais dificuldades e as maiores conquistas realizadas?

    A evolução não foi tão rápida, o projeto completou 2 anos agora em maio, portanto acho que o reconhecimento veio no seu tempo e também por causa do trabalho que fizemos, foram 2 anos de intensa pesquisa e noites mal dormidas, porém não temos do que reclamar porque é um trabalho que gostamos e nos sentimos bem em fazer.

    As dificuldades são a falta de verba e as exigências que o orgãos públicos impoem a esse tipo de evento, fora isso é tranquilo. Acho que a nossa maior conquista é ser reconhecido como um projeto que resgata os valores do trance. Temos contato com diversas pessoas e pelo Brasil inteiro o projeto tem esse reconhecimento, isso é uma grande satisfação porque é o nosso ideal.

     
    4• Edu e o Murilo Ganesh, são os representantes musicais dentro do projeto. Podem falar um pouco sobre a musicalidade das festas realizadas pelo núcleo e sobre a introdução de novos artistas e artistas consagrados nos line ups?

    O line da RESPECT esta sempre em sintonia com os festivais de Psytrance do Brasil e do Mundo trazendo artistas que se destacam dentro dos estilos que tocam, segundo o publico que nos ajudam bastante nas escolhas pela nossa comunidade no Orkut. Artistas como Zik (Matutero) Melhor live de dark do Boom Festival de 2006, Headroom e Flip Flop os meninos Alok e Baskar do live Logica, Ace Ventura , Pedra Branca, Tribo Espiral etc são alguns nomes que já tocaram no nas pistas da respect

    Sempre de olho no lado UNDERGROUND da cena a RESPECT vem inovando com nomes fora do circuito MAIN STREAN dando oportunidade para nomes que não tem um espaço maior na cena nacional.

    Hoje o line do dance floor esta dividido em Goa, Dark, Full on e Progressivo, além da pista Alternativa que rola low BMP durante a noite e pela manha Chill Out.


    5• Qual a visão do núcleo sobre ética. Quais são as críticas sobre a falta de ética que a cena está vivendo?

    Nossa idéia é fazer uma festa que realmente tenha todos os elementos que uma verdadeira festa rave tem que ter. Decoração, Arte, Música de qualidade, Cultura, Informação, Line Up psychedelic, Chill Out e muito flúor. E fazer com que o público que vá na festa saia com um brilho nos olhos e uma sensação boa de ter passado um final de semana rodeado de amigos e com variedades culturais, além de ter curtido os artistas que gosta.

    Hoje vemos muitas festas por ai com apenas BAR e SOM, zero de decoração, sem nenhum atrativo cultural. Esses tipos de evento não tem nada a ver com as verdadeiras festas trance, são baladas open air que sequestram o nome do trance e passam uma visão totalmente errada do movimento.

    6• Vcs possuem idéias para amenizar a situação da proibição de festas raves no Brasil, já que fazem parte deste ciclo?


    A proibição não vai acontecer porque além de ser inconstitucional , as raves tornaram-se um movimento muito forte. O que vai acontecer é a regulamentação, porém é nessas horas que acabam inviabilizando um evento, por exigirem demais. Eu estava vendo um documentário sobre o rock brasileiro e vi que os primeiros festivais que ocorreram no Brasil tiveram essas mesmas dificuldades na época deles, acredito que por ser um movimento novo e jovem, há um certo medo por parte das autoridades.

    7• Muitas festas, lançam mão de seu marketing no período entre construção e realização. Nos períodos de pausa, muitas não mantém o mesmo contato com o público, seja com reportagens ou com atitudes positivas para cativar o público. Como é trabalhado o ano do núcleo Respect?

    O ano da RESPECT é muito intenso praticamente não paramos nossa produção pré e pós festa, mas temos um problema porque nossa equipe ainda é muito pequena e sentimos falta de algumas coisas que poderiam acontecer, porém não deixamos de lado o público, estamos sempre buscando saber o que ele acha da Respect e o que podemos melhorar.

    Além disso, sempre buscamos informações sobre os artistas que irão se apresentar desde DJs, produtores, vjs, projetos culturais, atualizamos sempre nossa comunidade no Orkut, nosso site oficial www.respect.art.br e sites focados na cena trance e os diversos e-mail´s que recebemos desde público a fornecedores que nos procuram.

    8• Na última festa realizada do dia 7 de Junho, vcs convidaram as pessoas para um “Mosaico Culturalâ€. Poderia explicar mais sobre e quais as pretenções futures quanto a esta diversidade?


    A expressão mosaico cultural é bem válida porque trabalhamos com artistas de diferentes vertentes, entre elas os músicos, audio visuais, performers, artistas plásticos, cênicos, etc. É realmente um conjunto de atividades artísticas pouco visto em outros eventos, na verdade é só nos festivais que vemos tanta variedade de informação. A pretensão é sempre atrair mais artistas para dentro do projeto, e ainda mais, fazer com que o público também participe.


    9• Falando ainda sobre a última festa do dia 7 de Junho. Houve a união com o mais importante Festival da América Latina Universo Paralello hoje inserido no calendário Mundial. Qual o peso disto para a Respect e qual foi o impacto sentido? Existe a possibilidade da Respect realizar também seu festival ou ainda se unir com outros festivais brasileiros para especiais como este?

    O Universo Paralello é nossa referência em termos de festivais, somos totalmente atraídos pelo projeto deles e fazemos da Respect um espelho das coisas que eles fazem,   quando recebemos o “ok†do Alok e do Juarez ficamos muito felizes, não há nem palavras para descrever esse reconhecimento.
    O impacto para o público foi bem grande, porque não havia acontecido essa junção  em nenhuma festa paulista, o apoio contou com artistas da Vagalume Records  e os back drops para cenografia, que sem dúvidas fizeram total diferença la na Respect.
    Quanto a unir-se com outros festivais ainda não pensamos nisso, mas pode ser que aconteça, tem o pessoal do Fora do Tempo que faz um trabalho bem bacana e também a galera da Solar Flares e Tranceformation que também admiramos bastante.

    O nosso festival já esta marcado para 2012, esse vai ser bem especial, mas pode ser que aconteça alguma coisa antes, temos muita vontade de fazer um festival, só que sabemos o trabalho que da, por enquanto ainda é só um plano.


    10• Qual a maior curiosidade ou pergunta, gostariam de fazer a sociedade ou amantes da música eletronica e psicodélica. Esta pergunta estará no forum para discussão!!!
    Acho que sempre é bacana saber das pessoas o que o trance representa para elas, aguardo as respostas!!! Luzzzz
    (Linha aberta para o mini fórum nos posts!!!!)




    Tags: djrosaventura


    Comentários (2)
    21Jul

    Felicidade extrema em participar deste super PAPOLOG!

    1383 visualizações e 7 comentário(s) escrito há 2 anos atrás
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    Olá! Sou Dj Rosa Ventura. Felicidade extrema em participar deste super PAPOLOG! Trabalho, vivo e respiro esta profissão de Dj já por quase 4 anos, passando por inúmeras festas e Festivaiis como o Universo Parallelo, Megavonts, Orbital, Earthdance e etc... amante da música eletrônica e especializada no psychedelic trance, motivo do qual me fez um dia Dj, a partir de agora quero compartilhar não somente nossa música/cultura como todas as novidades da cena eletrônica! Paz e sorte sempre! 


    "Chama-se de música eletrônica a música criada com sons produzidos em laboratórios por aparelhos geradores de freqüência, depois manipulados e gravados. Surgiu no início da década de 50 e explora os recursos oferecidos pela evolução da eletrônica, associados com os métodos de composição do serialismo. A partir de 1958, os artistas misturam instrumentos acústicos e eletrônicos e dão origem à música eletroacústica. Apesar do nome, não há relação entre esse tipo de composição e a música executada com instrumentos criados e popularizados pela indústria eletrônica, como a guitarra elétrica. Enquanto a música concreta utiliza sons ambientais depois reelaborados em estúdio, a eletrônica só trabalha com sons sintetizados em laboratório. A maioria das composições é gravada e dispensa intérprete. 


    No começo dos anos 70 surge o moog sintetizador, um marco da produção da música pop eletrônica. O tecladista Keith Emerson, do grupo de rock progressivo Emerson, Lake & Palmer, o explora bastante e obtém dele efeitos impressionantes. O compositor e instrumentista Walter Carlos produz a trilha sonora do filme Laranja Mecânica, de Stanley Kubrick, basicamente com o moog sintetizador. Ainda na década de 70, os músicos, por vezes, usam elementos eletrônicos apenas como detalhe de arranjos – Robert Plant, do Led Zeppelin, utiliza um teremim em concertos. 

    Criador da música pop eletrônica, o grupo alemão Kraftwerk é o primeiro, no início dos anos 70, a estabelecer as bases da música pop eletrônica. Também um aspecto da produção recente da música eletrônica, os samples é uma mostra de sons aleatórios justapostos eletronicamente a outros panoramas musicais. Com o sample, torna-se possível colar, ou seja, copiar diversos tipos de som, inclusive os acústicos, e repeti-los numa ordem programada. 

    No começo dos anos 80 surgem os DJs, que não apenas tocam músicas nos clubes, mas remixam boa parte das produções existentes, transformando radicalmente a produção musical. Na década de 90, novos "grupos" – na verdade, formados por uma só pessoa – de música pop eletrônica desfrutam esse aparato. Entre eles destacam-se 808 State, Peter Gabriel, Thomas Dolby, Brian Eno, Holger Czukay, Todd Rundgren, Cabaret Voltaire, Aphex Twin, Autechre, Speed J e Black Dog.
    No fim dos anos 90, os destaques são The Orb, Orbital, Underworld, Fat Boy Slim e Africa Bambaata... além de muitosssss outros emergentes para agradar nossos ouvidos e mover nossos corpos!!!!"
    (fonte: Enciclopédia Digital)


    Tags: djrosaventura


    Comentários (7)

    Dj Rosa Ventura

    Psychedelic/Progressive Trance

    Perfil

    "Sem seguir estereótipos, a DJ Rosa Ventura vem se destacando na cena trance com muita personalidade e atitude"

    Papologuer

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